quarta-feira, 22 de maio de 2013


Segue abaixo alguns vídeos com fragmentos da obra de Verdi

Vá piensero - Nabucco.


Ópera Nabucco completa com legenda em espanhol. Apreciem...




Ernani


La Traviatta



Aí estão pessoal, 3 óperas completas de Verdi pra que vocês conheçam um pouco de sua obra. Aconselho que pesquisem sobre a história de cada uma das óperas. Isto facilitará o entendimento. 
Espero que gostem.
Apreciem sem moderação!!!

Jhon Paker.

Guiseppe Verdi
Compositor italiano, nascido na cidade de Roncolli no dia 09 de outubro de 1813 e faleceu em 27 de janeiro de 1901. Sua primeira música foi Roncolli de Busseto, para a banda de sua cidade.
A ópera Nabucco (1824), sua terceira ópera foi um grande sucesso, o coro dos escravos é obteve grande repercussão. Compôs 28 óperas em um período de 50 anos. A ópera Ótelo é considerada a sua obra prima. Para muitos este título recai sobre a ópera Aída.
Verdi refinou a ópera italiana. Suas óperas são vigorosas e melódicas, e às vezes melodramáticas. Considerado herói nacional, levou Milão ao auge como grande centro musical.
Viveu toda sua vida em Santa Ágata, sua propriedade rural. Perdeu sua mulher e filhos devido a uma peste. Casou-se novamente em 1859 com a cantora Guiseppina Stronpooni, com a qual não teve filhos.
Fundou um asilo para artistas, a Casa de Repouso.
Compôs a ópera A força do destino para a inauguração do teatro Mariinski, em San Petersburgo.
Verdi trouxe grandes contribuições para a ópera italiana. Criou um equilíbrio entre o enredo, orquestra, música e os cantores. Seus enredos são fortes e sombrios e o estilo orquestral enérgico. Deu destaque especial aos aspectos do drama na ópera.
Reorganizou as classificações vocais, surgindo assim o barítono e o mezzo soprano.


Segue abaixo as óperas de Verdi.
·         Oberto, 1839
·         Un Giorno di Regno,1840
·         Nabucco, 1842
·         I lombardi nella Prima Croaciata 1843
·         Ernani, 1844
·         I due Foscari, 1844
·         Alzira, 1845
·         Giovanna d'Arco, 1845
·         Atilla, 1846
·         Macbeth, 1847 (1865, versão revisada)
·         I Masnadieu, 1847
·         Jerusalem, 1847
·         Il Cosaro 1848
·         La Battaglia di leggnano, 1849
·         Luisa Miller, 1849
·         Stiffelio, 185o
·         Rigoletto, 1851
·         Il Trovatore, 1853
·         la Traviada,1853
·         Il Vepri Siclinone, 1855
·         Aroldo, 1857
·         Simon Boccanegra, 1857
·         Un Ballo in Maschera, 1859
·         La força del destino,1862
·         Don Carlo, 1867
·         Aida,1871
·         Otello, 1887
·         Falstaff, 1893. 






sexta-feira, 17 de maio de 2013


Mais uma tarde inesquecível!!!

Mauro Marques e seus alunos alegram à tarde de ontem, quinta-feira 17/05/13. Foi repleta de música e muita poesia. O evento contou com a apresentação de diamantes bem lapidados pelo excelente trabalho de Maurinho.
Sem dúvida os alunos encantaram grandemente os funcionários do Supermercado Moacyr, que cedeu espaço para que este evento ocorresse. O repertório contou com músicas do grande Milton Nascimento e do Clube da esquina.
Os Morenos, coro masculino fundado por Mauro junto com seus alunos apresentaram ao público a ária Vá piensero de Guisseppe Verdi, da ópera Nabucco.
Nabucco foi a terceira obra de Verdi. Após o sucesso de sua primeira ópera, Verdi recebeu a incumbência de escrever uma nova ópera. A mesma culminou com a morte de sua esposa. Foi um fiasco. Verdi perdeu tudo o que havia conquistado. Nabucco traz Verdi de volta a fama.  
Vá piensero é um coro de escravos, retrata o período em que os hebreus viveram sobre o domínio do rei Nabucodonosor, rei da Babilônia.
Não poderia deixar de citar três apresentações. Elisângela, a Nega 1, nos levou ao deleito ao cantar Romaria, acompanhada ao violão pelo Professor Beto Maciel. Gustavo Oliveira, com a música imortal de Caetano Veloso, Sozinho. E sem dúvida nenhuma, Dona Magali, presidenta do Conviver e crescer, que nos encantou com sua simplicidade e uma voz angelical.

Paula Becker idealizadora do projeto.


A brilhante e amável Dona Magali.

Canção da América com todos os participantes.


Padre Rogério.


 Grande Mauro Marques.




 Os morenos, da direita pra esquerda temos: Jacson, Esterlino, Gustavo, Edson, Pe. Rogério, João Paulo.



 Mauro, Gustavo e João Paulo cantam Luanda, composição de Mauro Marques

Esterlino e Edson, Azul - Djavan.


 Gustavo, Sozinho - Caetano Veloso.

Grande Elisangela Theophilo.


 Apreciem sem moderação. 
Até a próxima.

Jhon Paker.

quarta-feira, 15 de maio de 2013


Noite espetacular!!!
Na última segunda-feira dia 13 de maio de 2013, o Brasil comemorou 125 anos de Lei Aurea. O Conservatório Municipal de Música de Três Pontas, não deixou que a data passasse em branco. O professor Mauro Marques (Departamento de canto) e seus alunos nos deliciaram com uma audição maravilhosa. Apresentando-nos músicas que ficaram eternizadas nas vozes de grandes nomes afros. Dentre as quais temos a imortal Maria Maria de Milton Nascimento e muito mais.
O encerramento contou com a apresentação de um coro retirado da ópera Nabuco de Giussepe Verdi. A música Vá piensero, foi interpretada pelo coro masculino do conservatório sobre a Regência de Mauro Marques. Foi realmente espetacular.
É claro que não podemos deixar de citar a apresentação elaborada sob a orientação do Professor Edgar sobre a vida e obra de Érik Satie. Os alunos Andreia Silva, Luna Pandora, Edson Emanuel e James deram um show de criatividade ao nos apresentar um pouco da vida deste grande compositor.










Fiquem por dentro dos acontecimentos do nosso conservatório através do link:


sexta-feira, 10 de maio de 2013

Segue um pequeno resumo do assunto apresentado neste nosso primeiro contato.



sexta-feira, 3 de maio de 2013


Feed de notícias

Conservatório Municipal Heitor Villa Lobos

Na segunda-feira dia 29/04/13, tivemos no Conservatório Municipal de Música de Três Pontas comemorações referentes a Semana Internacional do Jazz. Este estilo surgiu no início do século XX, uma mistura do Ragtime + Blue note. Além da ideia de pergunta e resposta. O professor Ismael Tiso explanou cada uma das correntes deste estilo. Apresentou-nos o Swing, o Bepop, o Free Jazz e o Cool Jazz. Foi um final de tarde emocionante. Aprendemos muito. As explicações do professor Ismael foram excelentes e despertou em nós o desejo de conhecer este estilo mais a fundo.


Na quinta, dia 01/05/13, fomos presenteados com um Workshop do professor Sandro, a mais nova aquisição de nossa escola. Durante o período que estivemos juntos, ele nos apresentou a sua experiência com a improvisação. Sandro possui uma vasta experiência nesta área e uma mente excepcional. Durante o workshop, levantamos a tese da importância da prática do instrumento pelo professor. O tocar é muito importante pra quem ensina, pois o aluno se espelha em seu professor, ele é sua referência. Outro tema abordado foi a Educação musical, disciplina que passou a fazer parte do currículo escolar. Os professores presentes colocaram em pauta o distanciamento que o educador musical tem do instrumentista.

Visitem o blog do conservatório e participem dos próximos eventos.


Até a próxima...

quarta-feira, 24 de abril de 2013


Baixo
É o timbre masculino mais grave. Possui grande extensão de graves, passeia por eles com destreza e clareza. A sua extensão mais comum vai de E2 ao E4 (E1 ao E3). Contudo há muitos baixos que possuem mais graves.

Tipo de baixo:
·         Baixo Ligeiro;
·         Baixo barítono;
·         Baixo cantante;
·         Baixo profundo;
·         Baixo super profundo;

Baixo Ligeiro

Timbre raro e leve. Utilizado em papéis buffos e de coloratura. Utilizado a priori em personagens de deuses e pessoas misteriosas. Mas futuramente em papéis de idosos e pais. A ópera Dom Giovanni conta com um baixo em seu papel principal. Sua extensão mais comum parte de um F2 ao F4 (F1 ao F3) podendo, raramente, chegar ao A4 (A3). Região central volumoso. Seus graves são o que o diferencia do barítono.

Ruggero Raimond, na ópera O barbeiro de Sevilha, La Calunnia - Rossini


Baixo Barítono

É um timbre intermediário, se assemelha muito com o barítono.  Possui maior dramaticidade se comparado com o baixo cantante. Na ópera Carmen temos Escamilo, personagem que se encaixa perfeitamente neste timbre. Muito utilizado por Wagner em suas óperas.

Escamilo e Don Jose , ópera Carmen, Bizet.


Baixo Cantante

É o timbre mais comum entre os baixos, principalmente na atualidade.  Sua extensão parte de um E2 ou F2 e pode atingir um F4 ou F#4.  Seus agudos são escuros, redondos e harmoniosos. Possui um legato expressivo. Apto para coloraturas. Sua região media possui potência com grande variedade de cores. Caminha de uma sonoridade aveludada com som suave e doce ao áspero e metálico.  Grande agilidade nos graves perfeito para papéis barrocos e renascentistas.

Ezio Pinza em Dormirò sol nel manto mio regal - Don Carlo - Verdi


Baixo Profundo

Um dos timbres mais graves e pesados da voz masculina. Intenso. Imponente. Possui tessitura que parte de Bb0 ao E4. Agudos metálicos com grande amplidão sonora. Cor áspera e pouco harmoniosa. Região central escura, que chega a prejudicar a dicção. Graves cavernosos cobiçadíssimos.

Cesare Siepi - Leporrelo - Don Giovanne - Mozart.


Baixo Super profundo
Este sim é o timbre mais grave da voz masculina, possui uma extensão de duas oitavas abaixo da média partindo do C0 ao C3. Agudos com grande amplidão sonora, cor áspera e metálica, sem facilidade para legatto. A região central é escura, assim como o baixo profundo, possui dificuldades na dicção. Não há repertório próprio pra este timbre. A nota mais grave que temos em repertórios é um D2 em Osmin personagem de Mozart.

Ivan Rebroff - Ave Maria - Gounod 


Apreciem sem moderação.
Até a próxima!!!
Jhon Paker